"Nossa dor vem da distância entre aquilo que somos e aquilo o que idealizamos ser". Friedrich Nietzsche



A depressão é um transtorno do humor e se apresenta nas suas mais variadas nuances clínicas, caracterizado por uma tristeza intensa e persistente, que se não tratada corretamente, pode perdurar por muito tempo, trazendo prejuízos a vida das pessoas independente da faixa etária. O quadro quando atinge idosos, geralmente acompanha algumas queixas somáticas, hipocondria, baixa auto-estima, sentimentos de inutilidade, humor disfórico, tendência autodepreciativa, alteração do sono e do apetite, ideação paranóide e pensamento recorrente de suicídio. Sabe-se que nos pacientes idosos deprimidos o risco de suicídio é duas vezes maior do que nos não deprimidos.

Se trata de uma dor que vem arrastando tudo que se viveu, paralisando o indivíduo frente à existência, trazendo um desamparo extremo.

O indivíduo encontra-se sujeito a passar por momentos difíceis, a tristeza, desânimo ou mau humor, isso é natural e inerente a natureza humana. Entretanto, diante dessas circunstâncias se somos impedidos a avançar na vida, é importante buscar ajuda. Atente se essa tristeza, perdurar por mais de duas semanas e propagar-se para um estado de acentuado vazio e pensamentos/comportamentos autodestrutivos.

As causas da depressão ainda são desconhecidas, todavia, fatores genéticos, psicológicos, ambientais, e bioquímicos podem estar envolvidos tanto na sua composição como na evolução propiciando a manifestação da patologia: Vivências estressantes de ordem física ou emocional; Traumas ou abusos na primeira infância; Uso exacerbado de álcool e drogas; doenças cerebrais; deficiência de neurotransmissores, dentre outros.

Os principais sintomas são: desamparo e falta de esperança perante a vida; perda de interesse em atividades que antes eram agradáveis; perda da capacidade de sentir alegria ou prazer; Aumento ou redução do apetite; Alterações no peso; raiva, inquietação e irritabilidade fadiga constante; autocrítica exagerada; comportamentos imprudentes ou destrutivos.

Caso você conviva com algum depressivo (a), é importante respeitar o que ele (a) sente e oportunizar atitudes que o motivem a prosseguir com o tratamento.

Agora você já sabe um pouco melhor sobre o assunto, talvez perceba pessoas ao seu redor que estejam enfrentando essa situação e se você quer ajudar mas não sabe por onde começar, compartilhe esse post nas redes sociais.

Se você tem se sentido assim ultimamente, busque ajuda de profissionais para iniciar o tratamento.